Os jovens e sua luta pelo País

“Mas é bobagem achar, como pensam os nostálgicos, que tudo já foi feito. Há muito por realizar pelo país. Seria bom, por exemplo, se a juventude participasse de forma mais efetiva na luta pela educação e pela leitura. Sim, porque lemos pouco, muito pouco. [...] Repensar a escola também é fundamental. [...] Reformular o sistema de avaliação e transformar a escola numa atividade de prazer [...].”
(Trecho do texto “Saudades pra quê?” de Serginho Groisman)
Antes, claro, o jovem tinha muito que lutar, pela liberdade, ditadura, preconceito etc. Mas “o tempo não para”, há ainda os nossos problemas sociais atuais, que é ignorado pela sociedade de massa. Temos que lutar hoje pelos valores/ideais que defendemos, não para obrigar todos a concordarem, mas para defender a liberdade de opinião, expressão e pensamento, muitos dizem que já conquistamos, mas em minha concepção só na teoria, na prática há ainda muita repressão: temos que lutar por um governo mais justo; por uma educação mais valorizada, em geral pelo sistema público; lutar também por uma democracia justa, entre outras causas. Basta querer! E não pensar somente no ontem, olharmos também para o presente e lutar por um melhor amanhã, claro que sem descartar os exemplos do passado que podem (e devem) ser utilizados como motivação/exemplo.
Possíveis soluções? Primeiramente a população brasileira teria que procurar lutar pelos seus direitos, exercer corretamente seus deveres, lutar por melhoras no sistema público, dando a educação que é a base mais importante de um país sério, exigindo mais investimento governamental, sem acomodar-se com a situação atual do país, Com valorização e investimento na educação, formarão jovens críticos e assim bons eleitores, que serão esclarecidos e saberão escolher no momento do voto, assim como saberão cobrar o que não for cumprido.
Cada um também deve fazer sua parte. Procuro valorizar o “conhecimento” e tento trazer as pessoas a minha volta para esta área. Sempre busco, me informo, estudo situações, pensamentos, acontecimentos etc. Para assim encontrar o conhecimento e agir com sabedoria. Também leio para “malhar o cérebro”, e acredito que assim conseguirei posicionamento crítico, maturidade e me portar em diversas situações.
Em uma atividade escolar, recebi o seguinte questionamento:
“A canção do grupo Legião Urbana (Tempo perdido) nos faz pensar sobre o tempo e a história. A cada dia, já não temos o tempo que passou, mas temos um futuro aberto. Como nos relacionamos com o passado: nostalgicamente ou utilizando-o como experiência para a construção do futuro? Com base no artigo de Serginho Groisman, argumente em torno dessa questão.”
Segue minha resposta: De acordo com o texto de Serginho, “nós” nos relacionamos com o passado nostalgicamente, pois o jovem acha que só no passado tínhamos algo a qual lutar, na verdade o jovem de hoje é que parou de ver as dificuldades sociais e os problemas de nosso país, que precisam urgentemente ser solucionados.
(I) “A juventude deve, acima de tudo, saber desconfiar das verdades absolutas. Desconfiar sempre é ser curioso, pesquisador, renovador, transgressor. Seja intransigente na transgressão. Sempre diga não ao não – e desafine o coro dos contentes.”
(Trecho do texto “Saudades pra quê” de Serginho Groisman)
(II) “O que foi escondido é o que se escondeu,
E o que foi prometido,
Ninguém prometeu.
Nem foi tempo perdido;
Somos tão jovens,
Tão jovens,
Tão jovens.”
Tempo Perdido - Legião Urbana
Comentando sobre os trechos:
O Trecho I, Diz que devemos desconfiar das verdades absolutas,, afinal, não seria a “verdade” algo relativo? Pois bem, o absolutismo foi uma das causas de grandes guerras e revoluções. Devemos buscar/formar as nossa verdade. Não somos obrigados a aceitar tudo o que os “donos da verdade” outros impõem/falam/pregam.
O Trecho II, fala dos erros humanos, que a sociedade já considera normal, não há culpados. “Nem foi tempo perdido”, pois toda luta que houve no passado, resultando em regressão ou progressão, não é tempo perdido, pois trouxe aprendizagem, pelo menos algo foi feito.
Acredito que o encontro dos dois trechos, é quando nos leva a não desistir, a continuar a luta por um país melhor... Acertando, errando e aprendendo.

Um comentário:

  1. nossos jovens tem que fazer sim a diferença
    saber pensar, tem que lutar

    Lindo dia
    beijokas da Nanda

    Mamãe de Duas
    Google+Nanda

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