Amar-te, minha condenação

Amar-te, talvez, seja minha condenação.
Esse amor que me transforma,
Me faz ver-te no sol e na lua,
Me trás inspiração.

E talvez, esse querer tão grande,
Esse lugar exclusivo no coração,
E essa sentimentalidade provocante,
Seja sina, amar-te, minha condenação.

Amar-te, é sofrer sorrindo,
É não querer, nem dizer "não",
Libertar-se da velha prisão - entrar n'outra.
Amar-te, realmente, é minha condenação.

Não tenho domínio sobre mim,
Tu está no quadro, na sala, na canção.
Vou enlouquecer!...Não sai da minha cabeça!
Oh! Como amar-te é minha condenação...

                                 doce condenação.



Um comentário:

  1. Olá, Mai!!!
    Parabéns pelo blog. "Acho" que também tenho uma doce condenação. (risos) As suas poesias são lindas.
    Muito sucesso!
    Beijos.
    http://tamiresmirele.blogspot.com

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